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[1] ‘ABD MENAF
Uthman teve a seu primo Marwan
[2] ‘ABD SHAMS
Hachemitas.
Omíadas.
co mo sec r etár i o e pr inc ipal ‘ABD AL–MUTTALIB
[3] UMMAYA
[4] ABU’L–‘AS
‘ABD ALLAH
ABU TALIB
mulher de Marwan a A‘isha, filha
AL–‘ABBAS
de Uthman e de Ruqqayah, filha
ABU SUFYAN
P.d. [1] ‘Abd Allah , p.d. [2] Ali , p.d.
Os Abássidas.
esta do Profeta. Assim sendo, todos Chefe dos Quraysh, era de início inimigo do [3] Muhammad , p.d. [4-1] al–
MUHAMMAD
os Marwânidas descenderiam do
[5] AL–HAKAM
Profeta. Mas com ele se reconciliou e lhe deu Saffah , primeiro califa abássida (750–
m. 661. C.c. Fatimah , filha do Profeta
754) e de [4-2] al–Mansur (754–
O Profeta do Islã.
[6] MARWAN I
775), segundo califa abássida. Este, p.d.
N. no fim do século VI, m. em 632. Teve as seguintes mulheres: [1] Khadija. UMM HABIBAH
MU‘AWIYA
[5] al–Mahdi (775–785), terceiro
Sucedeu a seus parentes Sufyânidas .
P.d.: [2-1] Qasim , [2-2] ?Abd Manaf , [2-3] Zainah , m. 629, c.c. Abu’l
uma de suas filhas, e daí seguisse o califa abássida, pai, este, de [6-1] al–
C.(?) c. A‘isha , filha de Uthman e
As bin Rabi; [2-4] Ruqayyah , m. 624, c.c. o califa Uthman bin Affan
de Ruqqayah.
H adi (785–786), quar to calif a
[2-5] Umm Kulthum , m. 631, c.c. Uthman bin Affan ; [2-6] Fatimah ,
abássida, e do personagem das Mil e m. 633, c.c. o califa Ali . [2] Sandah bint Zam’ah, m. 676; [3] A‘ishah bint
‘ABD AL–‘AZIZ
Uma Noites, [6-2] Harun al–Rashid
Abu Bekr, m. 678; [4] Hafsa bint Omar, m. 667 ou 669; [5] Zainah bint [7] ‘ABD AL–MALIK
MUHAMMAD
Khuzaimah, m. antes de 633; [6] Umm Salimah, m. 681; [7] Maimunah, m.
Quinto califa omíada em 685, m. 705.
MARWAN II
660; [8] Juwairiyah, m. 678; [9] Umm Habibah Ramlah bint Abu Sufian, m.
C.c. uma filha de Yazid I , juntando
Sufyânidas
e os Marwânidas .
MU‘AWIYA II
AL–HASAN
AL–HUSAYN
omíada, Abd al–
Terceiro Imã, segundo os xiitas, m.
AL–WALID I
SULAIMAN
[8] HISHAM
Mal ik . C.g . ao
m. 669. Pai de outro [1] al-Hasan ,
Sufyânidas.
que teve a [2] ‘Abd-Allah , pai, enfim,
de [3] Idris (I) , cujo filho [4] Idris
‘ALI ZAYN AL–‘ABIDIN
(II) é, segundo a tradição, o ancestral
Quarto Imã, segundo os xiitas, m. 714.
YAZID III
dos Idrissidas do Marrocos, de quem AL–WALID II
se originariam os sharifs e, entre estes, MUHAMMAD AL–BAKIR
Quinto Imã, segundo os xiitas, m. 731.
documentada no entanto apenasdesde o século XVI.
DJA‘FAR AL–SADIK
?Filha de
Musa ben Nuseir
Marwânidas.
[9] ‘ABD AR–RAHMAN I
Sexto Imã, segundo os xiitas, m. 765.
Primeiro emir de Córdova na Espanha, em 756, m. 788. Foi o único sobrevivente atestado do massacre dos omíadas pelos c.c. uma filha do califa Marwan
abássidas em 750. Fugiu pelo Egito, Líbia e Marrocos até chegar ISMA‘IL
MUSA AL–KAZIM
ben Hakim e de A‘isha , filha do
à Espanha, a al–Andaluz, onde se estabeleceu e criou o emirado califa Uthman e de Ruqqayah,
descender os califas Fatimitas do Egito, filha do Profeta .
[10] HISHAM I
Abd al-Aziz ibn Musa
descender os Ismaelitas, mas, neste ALI AL–RIDA
ndo os xiitas.
A‘isha
C.c. Fortun ben-Qasi. Filho de
Cassiu s F or t uns
[11] HAKAM I
MUHAMMAD AL–DJAWAD
Terceiro emir de Córdova (796–822).
Nono Imã, segundo os xiitas; m. 835.
Fortunius , comes, um Visigodo.
Emires e Califas
‘ALI AL–HADI
Omíadas de Córdova.
Musa ben Fortun
e Toledo para o Egito e para Bizâncio.
[12] ‘ABD AR–RAHMAN II
Musa ben Musa
AL–HASAN AL–‘ASKARI
[13] MUHAMMAD
Iñigo Aritsa, rex dos bascos.
É o quinto dos emires de Córdova;reinou de 852 a 856.
MUHAMMAD AL–MAHDI
Fontes: (1) D. e J. Sourdel, La Civilisation de l’Islam Lubb (Lopo) ibn Musa
Auriya (I)
AL–MUNDHIR
[14] ‘ABDALLAH I
Classique, Arthaud (1968), (2) M. J. da C. Felgueiras Sétimo emir de Córdova em 888, é o rei Gayo, Nobiliário (1990), (3) J. Mattoso, “A nobreza Aboail de Córdova do Livro de Linhagens.
[i-1] ?Auriya (II) c.c. Fortun
do Conde d. Pedro. C.c. Oñega Fortunis, Garcés , rei de Pamplona. C.g.
bisneta de Iñigo Aritsa, primeiro rex dos [i-2] Muhammad ibn Lubb
Os Imãs Xiitas.
de [ii-1] Abd al l ah ibn
[15] ZAYD
MUHAMMAD
Muhammad , m. 915, governador
Ou seria as–Sayyid , “o Senhor”?
Projeto Griffo, Versão 6.0, Junho de 1998.
de Tudela. P.d. [iii-1] Urraca ,
Como seus descendentes, os Cid
Abunazar ? Filho ou genro de
‘ABD AR–RAHMAN III
‘Abdallah.
Dito an-Nazir, “o comandante,” A família da Maya.
Mutarrif ibn Musa
[16] ZAHADON IBN ZAYD
LOVESENDO
É o Zadão Zada sobre quem nos falam morreu em 961.
[RAMIRES?]
“O Livro das Linhagens do Conde D. Po. no. 21 fls 111 principia esta Familia [da Ser ia um filho de AusendaGuter res, pr imeir a mulhe r Maya] em D. Ramiro 2o de Leão q roubando hua Moura q poz o nome no batismo [17] ZAIRA BINT ZAHADON
Esta linha dos banu Musa e dos banu É a moura Zara, depois mutada em d. Ortiga irmã de Albuazar Albucadão Sr. da terra de Gaya the Santarem e filha de D. Kasi parece plausível, embora menos Ortega, nos livros de linhagens.
Çadãoçada e bisneta de ElRey Aboali.” (F. Gayo, “Mayas,” caput.) [18] ‘ABU–NAZAR LOVESENDES
Maya. Se for veraz, toda a alta nobreza É o infante dom Alboazar Ramires, da “Lenda da Miragaia.” Também conhecido em ibérica descende do Profeta, desde que documentos posteriores como Cid Abunazar , ao menos um de seus filhos tinha
Fortun Garcés e Auriya são ancestrais O documento de Santo Tirso, datado do século XI, fala em Abuuazar [Abunazar] comprovadamente o nome ou o tratamento de as–Sayyid , que levavam os
dos reis de Castela e Leão, através de descendentes da família do Profeta (e que talvez fosse o nome do avô materno).
Lovesendes e na sua geração; d. Antonio Caetano de Sousa cita-o a partir de uma Fundou o mosteiro de Santo Tirso de Ribadave, em 978. C.c. Unisco Godinhes.
transcrição do século XV. O documento de Santo Tirso não dá os pais de Abunazar [19] ERMÍGIO ABUNAZAR
[19]TRASTEMIRO ABUNAZAR
[19] AUSENDA ABUNAZAR
Atestado em 1015. C.c. Vivili Trutesendes. P.d. [20] Toda Ermiges,
Lovesendes, que aparecem no entanto no Livro de Linhagens do Conde d. Pedro C.c. Piniolo . P.d. [20] Garcia Pinioliz (atestado c. 1052), c.c. Lede
C.(1) c. Pedro Trutesendes, e depois com Egas Moniz, de Ribadouro, † Soares, srs. em Palmazão e Parada. P.d. [21] Gontrode Garcia
(começos do século XIV), como sendo Ramiro II de Leão (o que é falso) e Zaira bint 1022? Do segundo, P,d. [21] Ermígio Viegas, atestado em 1047. C.c.
1100), c.c. Trutesendo Guterres, at. entre 1030–1109. Sr. de Moreira, f [20] GONÇALO TRASTEMIRES
Unisco Pais. P.d. [22] Monio Ermiges, atestado entre 1085 e 1107.
Guterre Trutesendes (c. 1031-1060), c.c. Ermentro Gondesendes; n.p. de Tru Zahadon, onde este Zahadon seria identificável àquele senhor de terras na região da C.c. Ouroana. P.d. [23] Egas Moniz aio, atestado entre 1108 e 1146.
Guimires (c. 976-1027) e de s.m. Aragunte; bn.p. de Guimiro Evenandes e Maya que, em 933, faz uma venda a Gondemiro ibn Da‘uti. Cronologicamente e C.(1) c. Dorotéia Pais, e (2) c. Teresa Afonso, filha de Afonso Nunes de Anímia; e tn.p. de Evenando, dominus, c. 909, e de s.m. Truili Davide [21] MENDO GONÇALVES
Celanova. Seria filho desta [24] Afonso Viegas, atestado entre 1139 e
[22]Gonçalo Trutesendes , at. entre 1098 e 1121, c.c. Maria Gonçal
documentalmente—pelo texto de Santo Tirso—Ramiro II jamais poderia ser pai deste 1165, com propriedades em Alvarenga, c.c. Aldara Peres. P.d [25] Egas
1102-1144). P.d. [23] Pedro Gonçalves , at. entre 1145 e 1151; propr
Afonso, sr. de Alvarenga. C.c. Sancha Pais. P.d. [26] Paio Viegas, sr. de
do mosteiro de Moreira, c.c. Mor Peres. P.d. [24] Pedro Pires “ de Mo
Abunazar, que conjecturamos fosse filho de Ausenda Guterres, mulher repudiada do rei Alvarenga. C.c. Teresa Anes, filha de João Fernandes de Riba de Vizela. que vivia no tempo de Sancho I (1154-1211, rei em 1185) e de Af P.d. [27] Pedro Pais de Alvarenga,
(1185-1223, rei em 1211). Foi o primeiro sr. da Quinta da Torre da fregu Ramiro, e de um membro da família de Ero Fernandes, conde de Lugo. Naquele Livro filha de Afonso Pires Gato. P.d. [28] Martim Pires de Alvarenga,
Santa Maria de Moreira, em Cerolico de Basto. Seu filho [25]Rui
Filho: [22] Soeiro Mendes o bom. Atestado em 1103.C.c. Gontrode Moniz.
de Linhagens dá-se esta Zaira como bisneta de Aboail rei de Córdova, personagem Inês Pais, filha de Paio Rodrigues Sobella. P.d. [29] Inês Martins de
Moreira , 2o. senhor da dita Quinta da Torre, c.c. Brites Fernandes de
P.d. [23] Mendo Soares da Maia , atestado em 1104, cujo filho [24] Soeiro
Alvarenga, c.(1)c. Egas Gomes Barroso e c.(2) c. Martim Mendes de
filha de Fernão de Ataíde, alcaide-mor de Cintra. Tiveram a [26] F
Mendes “da Maia,” atestado em 1128, c.c. Aurovelido Nunes. P.d.[25-1]
facilmente identificável ao emir Abdallah de Córdova, que morreu em 892. Sendo fontes Vasconcelos, filho de Mem Rodrigues de Vasconcelos e de s.(2) m.
Ruiz Moreira , sr. da quinta em Penela ao tempo de d. Diniz (1261-13
Mor Soares , que c.c. Pedro Bernardes “de Sahagún,” ancestral dos Meneses. E de
Constança Afonso, casados antes de 1308. Seu filho [30] Joane Men-
em 1281). C.c. Andreza Nunes Homem, filha de João Nunes Homem e [25-2] Teresa Soares , que c.c. Fernando Mendes “o velho,” sr. de Bragança. [25-
do Livro de Linhagens notícias que provinham (decerto) de um monge católico de des de Vasconcelos n.c. 1350. Em 1381 teve confirmada a terra de
de Nuno Homem. P.d. [27] João Fernandes Moreira
1] Mor Soares c.c. Pedro Bernardes “de Sahagún,” atestado em 1134, provavel-
Alvarenga. C.c. Isabel Pereira, filha de Álvaro Pereira. P.d.(entre outros) Penela, que lhe coutou d. Fernando I em 1382. C.c. . , irmã do Me Santo Tirso a serviço dos senhores da Maya, é portanto crível que a notícia sobre a origem mente filho de Bernardo de Sauvetat, abade de Sahagún e depois arcebispo de [31-1] Martim Mendes de Vasconcelos
o moço, de quem descen-
Cristo . P.d. [28] Rui Fernandes Moreira
Toledo (em 1086). P.d. [26] Telo Peres de Meneses,
ancestral não cristã, e muito ilustre, destes senhores da Maya seja verdadeira. dem os Vasconcelos da Madeira, e [31-2] Mem Rodrigues de Vas-
de [29] João Rodrigues Moreira
Urraca Garcia Porca. P.d. [27] Afonso Teles de Meneses,
concelos, n.c. 1390, e que c.c. Catarina Furtada de Mendoça, filha de
Diogo Fernandes, que deixou a este sobrinho as terras de S. Fins e Para Albuquerque. C.(1)c. Tareja Ruiz Girão. C.(2)c. Tareja Sanches, filha B. de d.
Bartolomeu Perestrelo, sr. de Porto Santo, e (meio) irmã de Filipa Moniz sua morte os bens reverteram à Coroa, pois filhos não os teve legítimos. T Sancho I de Portugal (rei em 1185, †1211) e de Maria Pais Ribeira, a Ribeiri- Perestrelo, mulher de Cristóvão Colombo. Mem Rodrigues pai de [32]
a [30] Fernão Anes de Sousa (ou de Moreira)
nha. P.d (do 2o. casamento): [28] João Afonso Telo de Meneses
O documento de Santo Tirso.
Heitor Mendes de Vasconcelos,
Penela do pai. Serviu ao infante d. Pedro na minoridade de d. Afonso V homem do tempo de d. Afonso III (rei em 1245). C.c. Elvira, ou Berenguela seu tio Pedro Correia, sr. da Graciosa. P.d. [33] Froilo de Vasconcelos,
1435 e 1449). Um seu filho, [31] Gonçalo Anes Moreira
É o documento mais antigo onde encontramos alguma referência à família dos Abunazares; Gonçalves Girão. P.d [29] Gonçalo Anes de Meneses,
c.c. Iria de Melo, filha de Diogo de Melo da Cunha. P.d. [34] Luiza de
sobrinho que foi alcaide-mor de Castelo Branco, viveu em S. João da Pes em 1283. C.c. Urraca Fernandes de Límia [Lima]. P.d. [30] Rui Gonçalves
aqui transcrito (com pequenas correções ) de A. C. Sousa, Provas, II, 2. Melo de Vasconcelos , n. na Graciosa em 1530 e † em Salvador em
C.c. Cecília Duarte. P.d. [32] André Moreira , que viveu ao tempo de
de Meneses , que c.c. Maria de Eça [?]. P.d. [31] Briolanja Ruiz de Meneses,
1603, que c.c. Antonio de Oliveira Carvalhal, alcaide-mor da Vila Velha em II (1455-1495, rei em 1481). C.c. Isabel Dias, filha de João Dias “o can casada com Nuno Martins Barreto, de quem foi a segunda mulher, filho de Rogo autem vos, ut ex omni possibilitate vestra teneatis illum cum suo Salvador, onde chegou capitão-de-mar-e-guerra em 1551; filho de Si- neta de Diogo Gonçalves, abade de Sandomil. Entre outros tiveram Martim Fernandes de Cachim. Aqui se originam os Barretos de Meneses. P.d. [32]
mão de Oliveira e de s.m. Maria de Lemos; n.p. de Fernão Lopes de Olivei- Antonio Moreira (I) , que c.c. Maria Teixeira, e viveram em Amarante
Gonçalo Nunes Barreto (I),
que vivia ao tempo de d. Afonso IV o bravo Monasterio integro, sicut in charta vestra dixistis, & cito Deo juvante ibo ad ra, fidalgo cavaleiro como o filho; bn.p. de Lopo Gonçalves do Carvalhal, irmã de Baltazar Teixeira, familiar do Santo Ofício e cavaleiro da ord (†1357) e de d. Pedro I o cru (†1367); sr. de Sarnache dos Alhos. C.c. Brites fidalgo de cota d’armas; e tn.p. de Fernão Lourenço de Oliveira. P.d. [35]
Santiago, morador em Lisboa. Pais de [34] Antonio Moreira (II) ,
vos, & dicam vobis, quod facere de beatis. Valete. Nos qui sumus progenie nep- Fernandes Pimentel. P.d. [32] Diogo Gonçalves Barreto,
Paulo de Carvalhal de Oliveira de Vasconcelos,
cavaleiro da casa real e que c.c. Joana de Sousa da Gamboa, segundo Ja confiscados por d. Fernando I o formoso em 1381. C.c. Briolanja Rodrigues.
tis, atque prosapiae de Abunazar Lavesendes, & uxor ejus Vnisca Godines, & executado por haver assassinado Francisco de Barbuda. C.c. Francisca de filha B. de Martim Afonso de Sousa o moço e n.p. de Pero Lopes de Sou P.d. [33] Gonçalo Nunes Barreto (II),
Aguiar de Espinosa. P.d. [36-1] Bartolomeu de Vasconcelos
s.m. Isabel de Gamboa. P.d. [35] Martim Afonso Moreira , n. em Se
em 1385, †1433). c.c. Inês de Meneses, B. de d. Pedro de Meneses, conde de Viana sumus haeredes de Monasterio Sancti Thyrsi de Ripadave hic sumus unus [36-2] Maria de Vasconcelos,
1560, fidalgo cavaleiro da casa real, que c.c. Luiza Ferreira Feio. Tiveram e sr. de Vila Real, filho de d.João Afonso de Meneses (II), conde de Viana, e de [36-1] Bartolomeu de Vasconcelos,
o má pele, c.c. Luiza Pacheco, descendente do Caramuru. P.d. (única) [37] Maria de Vasconcelos,
Antonio Moreira da Gamboa
(III) , também fidalgo cavaleiro da ca
Mor Anes de Portocarreiro; n.p. de João Afonso de Meneses (I), e de s.m. Guimar quisque in generationibus suis de Lovesendo Abunazar, Gundisalvo Nunes, c.(1652) c. Mateus de Aguiar de Áltero, n. 1624. P.d. (entre outros) [38-1] João Álvares de Vasconcelos,
que c.c. Antonia Doria de Meneses, nascida em 1606, filha de Cristó Menezes, e de [38-2] Maria de Vasconcelos,
c.c. Manuel Gomes Dias. Tiveram a [39] Ana Maria de Jesus e Vasconcelos,
Lopes Pacheco; bn.p. de d. Afonso Teles de Meneses (II), conde de Ourém e rico- de Santa Bárbara, c. Manuel da Rocha Doria (c.1695-1753). Entre outros, p.d. [40] Antonia Luiza de Vasconcelos Doria
Costa Doria e de s.m. Maria de Meneses, e n.p de Fernão Vaz da Cos Trastemiro Nunes, Egas de Pelaez, Egas Lovesendes, tam nos quam pro omni- homem ao tempo de d. Afonso IV, filho do primeiro casamento de Afonso Teles Cristóvão da Costa Doria Barbosa (1731-1809), filho de Gonçalo Barbosa de Mendonça (c.1670-1737) e de s.m. Antonia de Aragão; n.p. de Martim Afonso s.m. Clemenza di Lorenzino d’Oria. P.d. [37] Martim Afonso de Mend
de Meneses, [27], supra. Inês de Meneses e Gonçalo Nunes Barreto pais de [34]
de Mendonça e de s.(3a.) m. Joana Barbosa, e bn.p. de Antonio Moreira da Gamboa e de s.m. Antonia da Costa Doria de Meneses., filha de Cristóvão da Costa bus cohaeredibus nostris. De Hermigeo Abunazar, Egas Ermigij, Nonio Ermigii, f.c.c.r., n.c. 1635. C. (1) c. Inês de Carvalho Pinheiro, s.g. C. (2) c. Brites Doria e de s.m. Maria de Meneses e n.p. de Fernão Vaz da Costa e de s.m. Clemenza d’Oria. P.d. (entre outros) a [41] Manuel Joaquim da Costa
Gonçalo Nunes Barreto (III),
alcaide-mor de Faro e morgado de Quarteira, Doria (c. 1770-após 1843), c.c. Teresa Mariana de Menezes Doria, sua prima co-irmã. P.d. (e.o) a [42] José da Costa Doria,
c.g. não dada aqui. Em 1665, no Monte Recôncavo, c. (3) c. Joana Barbo no Algarve. C.c. Isabel Pereira. P.d. [35] Inês Barreto de Meneses,
Pelagio Petri, Trastemiro Nunes, Egas Nunes, Garsea Eneques, tam nos quam Helena Bernardina, filha de Antonio Ponciano de Souza Mendonça, †1874, tabelião em Itapicuru. P.d. (caçula) [43] Deocleciano da Costa Doria
[38] Gonçalo Barbosa de Mendonça.
Henrique Moniz, alcaide-mor de Silves, filho de Vasco Martins Moniz (I), nobilitado (1841-1920), c.c. Dár ia de Azevedo Moutinho. Filho: [44] Raul Moitinho da Costa Doria
(1871-1948), c.c. Inesil a do Val e e Accioli de c. 1716 no Socorro c. Antonia de Aragão Pereira, filha de Alberto da Silv por d. João I em 1415 por acompanhá-lo a Ceuta, e neto de Martim Moniz, pro omnibus haeredibus nostris. De Trastemiro Abunazar, Gunsalvo Toderes, Vasconcel os, sua distantíssima parenta. C.g. (e.o): [45] Gustavo Alberto Accioli Doria
(1910-1979), c.c. Silvia Cresta Mendes de Moraes (1913- 1969), igualmente sua distantíssima parenta, filha de Justo Rangel Mendes de Moraes, ao lado.
Gusmão e de s.m. Isabel de Aragão. P.d. [39] Cristóvão da Costa
primeiro dos Monizes, um cristão-novo algarvio avant la lettre. P.d. [36-1] Vasco
[36-2] Maria de Vasconcelos
c.c. Gaspar de Araújo Gois. P.d. (entre outros) a [37] Francisca de Vasconcelos,
Barbosa (1731-1809), que c.c. sua prima Antonia Luiza de Vasconcelo
Menendo Peres, Suario Gondezendes tam nos quam pro omnibus haeredibus Martins Moniz (II), †1510 em Portugal, e de [36-2] Isabel Moniz, que foi
de Azevedo, n. 1622. P.d. (e.o.) a (n. 1674) [38] Miguel de Gois e Vasconcelos.
Deixou b. a [39] Bernardo de Gois e Vasconcelos,
(1744-1825), ao lado, número [40] . C.g.
Marcelina dos Anjos. P.d. [40] Francisca Xavier de Gois e Vasconcelos
. C.c. João Tourinho. P.d. [41] Maria Vitória de Jesus Tourinho
common-law wife de Bartolomeu Perestrello, e de quem teve a Filipa Moniz, nostris. De Adesinda Abunazar, Toderio Pinoes, Adefonsus Petri, Pelagius (n.c.1763-1845), c.c. Manuel Gonçalves Ferreira, †1820. P.d. (e.o) a [42-1] José Vicente Gonçalves Tourinho
(1801-1888), c.g. e [42-2] Luiza
†1480, mulher de Cristóvão Colombo.
Leopoldina de Gois Tourinho,
c.(1831)c. Francisco Lourenço Coelho de Pinho, †1856. P.d. [43] Virgílio Tourinho de Pinho,
[36-1] Vasco Martins Moniz (II)
casou três vezes. Da primeira com uma filha de Diogo Cabral, s.g.; da segunda com Br ites Vaz Ferreira, c.g. ampla; e da terceira com Joana Teixeira, Menendes, Pineolo Garcia, Garcia Trutesendes, tam nos quam pro omnibus Mariana de Sena Madureira, filha de Casimiro de Sena Madureira e de s.m. Elisa de Campos. P.d. (e.o) a [44] Alvaro Madureira de Pinho,
filha de Lançarote Teixeira e de s.m. Beatriz de Gois, e n.p. de Tristão Vaz, descobridor da Madeira com o Zargo. Deste último, p.d. [37] Filipe Moniz, f.c.c.r., c.c. Francisca da C osta.
c.c. Mercedes de Rezende Rubim. C.g.: Madureira de Pinho, Rubim de Pinho. P.d. [38] Isabel Moniz, que c. em Machico c. C ristóvão Rodr igues Uzadamar, filho de João Álvares e de s.m. Pierina Usodimare, e n.m. de Giovanni Usodimare, genovês, e de s.m.
haeredibus nostris. De Cide Abunazar, Adesinda Toderis & filius ejus Suario Tristoa Teixeira, filha de Tristão Vaz. P.d. [39] Maria de Meneses, que c.c. Manuel de Castro. P.d. [40] Bernarda Moniz de Meneses,
que foi a 2a. mulher de Jerônimo de Ornelas de Abreu, sargento-mor de Machico, filho de Antonio Garcia de Gamboa, que esteve em Lepanto (7.10.1571) e de s.m. Luzia de Ornelas. P.d. [41] Isabel Moniz de Meneses,
em 1670 c.c. Manuel Homem da Costa, filho de Pedro Jorge d’Arvelos e de s.m. Isabel de Sousa. P.d. [42] Antonia Moniz de Meneses,
que em 1690 c.c. João Pestana de Velosa, filho Nunes, & Domina Palla Deo Vote, Suario Pinoes tam per se quem pro omnibus de Antonio Ruas Lomelino (II) e de s.m. Mariana Moniz, e n.p. de Antonio Ruas Lomelino (I) e de s.m. Maria das Neves de Velosa Doria (filha esta de Gabriel Pestana de Velosa e de s.m. MariaCalaça; n.p. de João Pestana da Câmara e de s.m. Ana Ferreira; bn.p. de Gabriel Pestana da Câmara que em 1520 c.c. Cecília de Paiva, † 1554, filha de Luiz Doria Velosa o velho e de s.m. Ana haeredibus suis. Pactum simul, & plazum facimus inter nos unos ad alios per de Paiva, e n.p. de Leonor Doria e de Rui Gonçalves de Velosa). P.d. [43] Jerônimo de Ornelas de Menezes e Vasconcelos
(c. 1691-1771), patriarca do Rio Grande do Sul. Passou em começos do século XVIII ao Brasil, onde já vivia em Guaratinguetá em 1721. C.c. Lucrécia Leme Barbosa em 1723, filha de Baltazar Correia Moreira e de s.m. Fabiana da Costa scripturam firmitatis quinta Idus Junijs era 1130 properte de isto Monasterio Rangel. † Jerônimo em 1771; recebera a sesmaria do morro de Sant’Ana (RS) em 1740, confir mada em 1744. Da filha do casal, [44] Rita de Menezes , n. em S. Paulo e † em Santo
Amaro (RS) em 1801, e casada com o cap. Francisco Xavier de Azambuja, era filho [45] Manuel Francisco de Azambuja
(1753-1820), que c.c. Francisca Angélica Veloso da Fontoura, † 1834. Tiveram a [46] Ana da Fontoura de Azambuja
, † 1870 em Porto Alegre, que c.c. o primo Luiz da Rocha Rangel, n. 1770 em Viamão. Pais de [47] Rita Justina
supradicto quod teneat illud Dominus Gaudemirus Abbas de nostris manibus, de Azambuja Rangel (1808-1871), c.c. Justo José Luiz, n. do Triunfo, filho de João José Luiz, n. do Faial. Tiveram a [48] Justo de Azambuja Rangel
Ferreira. Um filho do casal, [49-1] Silvio Ferreira Rangel , foi fundador da Sociedade Nacional da Agricultura. Uma filha, [49-2] Cecilia Ferreira Rangel , a maragatona, (1860-
1946), c.(1880) c. o gal. Luiz Mendes de Moraes (1850-1914), chefe da casa militar de seu tio Prudente de Moraes e depois ministro da guerra de Afonso Pena. Pais de [50] Justo
Rangel Mendes de Moraes , advogado (1883-1968), casado (1908) com Herminia Gomes de Mat os Cresta (1888-1977). C.g.—Mendes de Moraes.
HERMENEGILDO GUTERRES [869-911]
Ou Mendo Guterres, ou ainda Ermígio Guterres, conde de
Coimbra, de onde se apoderou em 878. C.c. Ermesenda
Gatones
, filha do conde Gaton, e de Egilona, provável filha
de Ramiro I de Leão (n.789, †1.2.850).
ALDONÇA MENDES [936-942]
ARIAS MENDES [911-924]
GUTERRE MENDES [910-†933]
ELVIRA MENDES [914-920]
INDERQUINA MENDES
C.c. Guterre Osores.
Conde de Eminio. C.c. Ermesenda Gondesendes,
Conde; governou seis Conmissa na Galiza Primeira mulher de Ordonho II de
“PALA”
provavelmente filha de Gondesendo Eris e neta
Leão (n.c. 880, †924).
†a. 947, c.c. Gondesendo Eriz, filho
de Ero Fernandes de Lugo. Filhas:
†933. C.c. Ilduara Eriz [916-958] filha
de Ero Fernandes de Lugo.
AUSENDA (I) GUTERRES
de Ero Fernandes de Lugo. Figura numa
RAMIRO II
Primeira mulher de seu primo Ramiro
GUTERRES
(i) Elvira Arias [962], c.c. seu primo Munio
doação de 937 a Gondemiro iben Dauti,
(n.c.905-†5.1.950 ou 951)
II de Leão (n.c. 905, †5.1.950 ou
Guterres adiante ao lado.
(ii) Inderquina (II) “Pala.”
prima Ausenda Guterres, repudiada.
LOVESENDO [RAMIRES?]
Depois com Urraca, e enfim com
Teresa Florentina. C.g.
cestral da família da Maia; talvez filho
apenas de Ausenda Guterres (e de um
membro da família de Ero Fernandes
MUNIO GUTERRES [911-959]
SÃO ROZENDO [916,†977)
FROILA GUTERRES [933-
AUSENDA (II)
ERMESENDA
GUTERRES
GUTERRES
Zaira bint Zeidoun ou Zahadon (ver
contra Ramiro II. Em 935 confirma doação [934-964]
[929-934]
de Gondemiro (iben Dauti?) e de Susana a
o conde Ximeno Dias, em 933,
É a Santa Adozinda da lenda. C.
C.c. o conde Pa io
Lorvão. C.c. Elvira Arias, sua prima, ao
uma venda feita por Zahadon e
Gon ça lves, filho de
seus irmãos a Gondemiro iben
Ximeno Dias, filho de Diogo
Gonçalo Betotes e de
Dauti. (Na mesma data Ximeno
Fernandes, c.g. Após 960, e antes
Teresa Eriz. C.g.
de 964, c.c. Ramiro Mendes, filho
do
Hermen egildo
Gonçalves, s.g.
ABUNAZAR LOVESENDES
GUTERRE MONIZ [931-999]
ARIAS MONIZ [948-973]
GOTONA MONIZ
GONÇALO MONIZ [926-981]
Conde de Burgos por Afonso IV em 931.
C.c. Sancho Ordonhes, rei da Galiza,
e irmão ou meio-irmão de Ramiro
Unisco Godinhes.
II.
NUNO GUTERRES [1032]
973 uma delegação a Córdova. C.c.
Atestado na corte de Bermudo III em 1032.
Tuta Domna Froilaz (981) (“Senhora
A. Fernandes identifica-o ao conde Nuno de
Celanova, ancestral dos Barbosas, sendo seu
filho,
SOEIRO GONDESENDES
(i) Froilo Gondesendes
†a.964
SANCHO NUNES DE BARBOSA
in peccato,” doente de nascença, s.g.
C.c. Teresa Afonso, filha de d. Afonso I
(ii) Ermesenda Gondesendes
Goldregodo, também † a. 964.
Barbosa.
Henriques, rei de Portugal, depois mulher de
[947], c.c. o parente Arias Mendes,
Fernando Mendes de Bragança.
c.g.
(iii) Ausenda (III) Gondesendes
c.c. Ansur ben-Frogia, muçulmano
LOVESENDO ABUNAZAR [999]
ERMÍGIO ABUNAZAR [1015]
TRASTEMIRO ABUNAZAR
FROMARICO ABUNAZAR Cid
(Ermígio é Hermenegildo.) C.c. Vivili
C.c. Dórdia [Dorotéia] Soares.
Não se sabe o nome de sua mulher. Foi o pai uma questão com Vímara Moniz e o mosteiro Trutesendes.
ABUNAZAR de (1) Toderedo Fromariques “Cid,”
C.c.Piniolo.
que é atestado entre 1040 e 1070, e que c.c.
SANDINO SOARES
GONDESENDO SOARES
TODA ERMIGES [1044-1071]
Farégia Forjaz, filha de Froia Osoredes. Sua
[964-†a.981]
Casou duas vezes, c.g. de ambas. Primeiro, filha (2) Ausenda Todereis [1092] c.c.
com Egas Moniz (I) de Ribadouro; em
Nuno (I) Soares “Velho,” e tiveram entre
segundas núpcias com o tio Pedro
outros a (3) Soeiro Nunes “Velho,”
EGAS (I) MONIZ
PEDRO TRUTESENDES
Sandino em 964. C.c. Ximena, c.g.
Trutesendes.
pelos livros de linhagens foi o pai de (4) [1015-†1022)
[1044-1071]
Nuno (II) Soares Velho
Filho de Monio (I) Viegas “Gasco” e irmão
Segundo marido de Toda Ermiges, filho de
Afonso Henriques; c.c. Mor Pires “Perna,”
de Sisnando, bispodo Porto.
Trutesendo Galindes e neto de Galindo Gonçalves,
filha de Pedro Paes “Escacha,” e tiveram a
ARUALDO GONDESENDES
da família de Bayão.
HONORICO
(5) Mem Soares “Velho,”
GONDESENDES
Gomes Mendes Barreto
, c.c. Constança
Seria o dom Arnaldo de Bayão, tronco
PAIO PERES “ROMEU”
C.c. Ausenda Eriz [1040-1041].
Pais. Tiveram a (7) Fernão Gomes
da família dos Bayões.
[1090-1110]
Barreto , que achou-se na tomada do Algarve
C.c. Godo Soares, filha de Soeiro Mendes da
Maia.Destes é bisneto, segundo os livros de linhagens,
contra o bispo de Silves em 1255. C.c.
Santo Antonio de Lisboa.
Sancha Pires, filha de Paio Viegas de
Alvarenga
, descendente de Egas Moniz
“Aio,”
por ser neto Paio Viegas de Afonso
Santo Antonio de Lisboa.
Viegas, filho do “Aio.” Pais de (8) Martim
Fernandes Barreto

, c.c. Maria Rodrigues.
Filho: (9) Nuno (III) Martins Barreto
casado com .. Pais de (10) Gonçalo (I)
Nunes Barreto
, sr. de Sarnache dos Alhos
ao tempo de Afonso IV e de Pedro I, ecasado
com Brites Fernandes Pimentel. Segue (11)
Diogo Gonçalves Barreto
castela ao tempo de Henrique II; c.c.
ERMIGIO VIEGAS
MONIO (II) VIEGAS
Briolanja Rodrigues e tiveram a (12) Gon-
[1043-1047]
[1044-1081]
(i) Pedro Viegas [1044-1070]
çalo (II) Nunes Barreto
C.c. Unisco Pais.
C.c. sua prima Unisco Trastemires,
Sancha Pinioliz, sua prima, filha de
Portugal no tempo de d. João I e é sr. de filha de Trastemiro Abunazar, ao
Ausenda Abunazar.
Quarteira e alcaide-mor de Faro; c.c. Inês de
(ii) Egas (II) [Eñego] Vieg as
Meneses, filha b. de D. Pedro de Meneses,
[Eñeguiz].
(iii) Gomes Viegas [1044]
Barretos, Barretos de Menezes, Monizes
(iv) Vivili Viegas [1044-1080]
Barretos, Monizes de Aragão.
MONIO (III) ERMIGES [1085-1107]
É o Nonio, patrono de Santo Tirso, maiorino do conde d.
(1-i) Vivili (c. 1083), c.c. Paio ., c.g.
Henrique [1105-1107]. C.(1) c. Ouroana. P.d.:
(1-ii) Emiso (1083), provavelmente s.g.
(1-iii) Egas (IV) Ermiges.
(1-i) Egas (V) Moniz “Aio.”
C.c. Dorotéia Pais, e depois com Teresa
menos uma filha, (2-iii), Unisco Viegas ,
Afonso, filha de Afonso Nunes de Celanova e neta do conde Nuno de
que c.c. Egas Gondesendes, sr. de Bayão
Celanova. Atestado entre 1109 e 1146, é o que foi mordomo-mor de
[1100-1103], neto de Arualdo Gondesendes,
Afonso Henriques, e participante do episódio lendário, romanceado por ao lado. C.g. nos Azevedos, srs. de São João
Herculano. Filhos (de uma e outra mães): “D. Ramiro 2o. Rey de Leão foi casado com D. Aldara, ou D. Urraca, sucedeu D. Ramiro no Reyno a seu irmão D. (2-i) Lourenço Viegas “Espadeiro,”
(1-iv) Onega [1079-1116].
Affonso 4o. em 931 reinou 19 annos morreu em 950 [.] Diz o m.mo Conde D. Pedro q namorado o do. Rey D. Ramiro com certeza é seu filho bastardo (3-i) Egas Lourenço , que c.c. Mor
(1-v) Ausenda Ermiges [1100], c.c. Diogo
de D. Ortiga irmãã de Alboazar Albozadão f.os ambos de Zadão Zadá a roubara e repudiando a 2a. m.er a recebera Mendes , e teve a (4-i) Soeiro Viegas “Coelho,”
Trutesendes, c.g.
e fora sua 3a. m.er.” [Felgueiras Gayo, “Araújos,” § 1].
Sancho II, que c.c. . Dele descendem os Coelhos. Uma sua filha, (5-i)
Maria Soares , c.c. João Pires de Vasconcelos, ancestral destes e dos
Ornelas.
Parece óbvio o fundamento histórico da Miragaia, cuja ação sintetiza-se acima. “Aldara,” a mulher repudiada (2-ii) Afonso Viegas “o Moço,”
[1139-1165]. C.c. Aldara Peres; sr.
de Ramiro II, é Ausenda Guterres, de fato sua primeira mulher e de fato repudiada—por adultério, como se Sousas, Vasconcelos,
de Alvarenga e ancestral destes e dos Vasconcelos Alvarengas, que passam
diz na Miragaia? Por outro lado, “Zadão Zadá,” pai de Ortega/Zaira, que a lenda diz ser a mãe de Abunazar Ornelas.
Lovesendes, o tronco da família da Maia, pode ser identificado ao Zahadon que, em 933, faz uma venda a (2-iii) Dordia Viegas [1145], c.c. Gonçalo Mendes de Sousa, c.g. nos
Sousas.
Gondemiro ibn Dauti (Dauti seria “da‘uti,” o pregador) testemunhada por diversos membros da família de (2-iv) Mendo Viegas , s.g.
Ausenda Guterres. Zahadon, segundo o Conde D. Pedro, seria neto de Abdallah, emir de Córdova, falecido (2-v) Soeiro Viegas [1146-1187], c.c. Sancha Bermudes, †1208. C.g.
em 892, e portanto um descendente dos Omíadas.
(2-vi) Elvira Viegas [1146-1217/8], c.c. Pedro Pais “Alferes,” filho de
Paio Soares da Maia, c.g.
(2-vii) Rodrigo Viegas [†a.1165], c.g.
(2-viii) Ermígio Viegas [†a.1165], c.g.
M. J. da Costa Felgueiras Gayo, Nobiliário, I-XII, Carvalhos de Basto (1989).
(2-ix) Urraca Viegas [1156,†1217), c.c. Gonçalo Rodrigues da Palmeira,
—J. Mattoso, “As famílias condais.” em A Nobreza Medieval Portuguesa, Estampa (1985).
As datas [.] entre colchetes são as datas extremas entre as quais menciona-se o personagem.
(1-ii) Ermígio Moniz [1085-1135]. C.c. Teresa Soares, da família dos
Velhos. Com ao menos um filho.
(1-iii) Mendo Moniz [1190-1154], c.c. Ouroana Mendes. C.g.
Da segunda mulher, Cristina Gonçalves, ainda um filho:
(1-iv) Ermígio Moniz [1142-1209], c.c. Sancha Peres, c.g. extinta.
Francisco Antonio Doria, Projeto Áquila, junho de 1998.

Source: http://erwan.gil.free.fr/modules/freepages/ancetres/pdf/descendance-mahomet.pdf

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